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Rose Ielo cobra esclarecimentos quanto aos contratos de gestão da frota de ambulâncias do município
6/10/2017 17:06 - Assessoria de Imprensa
Com foco na fiscalização dos serviços públicos prestados, a vereador Rose Ielo [PDT] encaminhou um requerimento aos gestores da secretaria municipal de Saúde e da Fundação UNI cobrando esclarecimentos quanto a gestão do serviço de ambulância de Botucatu, seu formato, seu contrato além de dados técnicos sobre a frota existente hoje no município, alvo de constantes críticas.

De acordo com o documento, existem constantes denúncias referentes à Central de Ambulâncias da Prefeitura de Botucatu, cujas reclamações informam que a maioria de suas ambulâncias, especialmente os veículos que socorrem os pacientes dentro do município, encontram-se quebradas ou “sucateadas”, com pneus deteriorados, bancos de motoristas soldados, vazamentos de óleo e sistemas de freios danificados.

O documento aponta ainda a aprovação na Câmara Municipal no PLC 20/2017, que dispõe sobre uma suplementação de verbas para diversas áreas da secretaria de Saúde. Na justificativa, foi informado que, de parte deste montante, seria destinado o valor de R$60 mil com a finalidade de adquirir materiais para manutenção em geral de veículos que pertencem à Central de Ambulâncias e aquisição de combustíveis, bem como o valor de R$10 dez mil, com a finalidade de contratar pequenos serviços para manutenção de veículos da mesma.

Os questionamentos apresentados foram: Informar se a gestão da Central de Ambulâncias é realizada pela Secretaria Municipal de Saúde ou pelo Contrato de Gestão com a Fundação UNI. Se a gestão for realizada pela Fundação UNI, especificar: Como é efetuada a referida gestão? Qual a quantidade de recursos destinada à Central de Ambulâncias e como os mesmos são alocados? Como é realizada a fiscalização referente à prestação desse serviço? E qual o número do Contrato de Gestão?

Além dessas, outras informações foram solicitadas: A quantidade de ambulâncias existentes, especificando, de cada uma, o prefixo, o número da placa e do patrimônio, o setor de utilização, o ano de fabricação, a cor, a marca e o tipo de combustível; Quantas e quais ambulâncias estão, atualmente, prestando serviços; Nomes completos dos motoristas que trabalham na Central de Ambulâncias, especificando, individualmente, se pertencem ao quadro de funcionários da Secretaria Municipal de Saúde ou da Fundação Uni; Como são efetuadas as escalas de trabalho de todos os motoristas.

De acordo com a vereadora, é dever do poder público solucionar um problema tão grave. “Existe uma necessidade de providências urgentes para garantir a dignidade na prestação dos serviços de saúde, especificamente os relacionados ao transporte de pacientes que utilizam nossas ambulâncias”, justifica Rose Ielo em seu requerimento.