Câmara de Botucatu encerra 2025 com saldo positivo e devoluções graduais à Prefeitura
Últimas atualizações sobre os acontecimentos do nosso município.
22 de dezembro de 2025
A Câmara de Botucatu encerrou suas atividades financeiras de 2025 com saldo positivo em caixa. Executando 90,08 % de um montante de R$ 8.526.000,00 (oito milhões, quinhentos e vinte e seis mil reais), repassado pelo município, o valor de R$ 714.042,23 (setecentos e quatorze mil, quarenta e dois reais e vinte e três centavos) retornou na tarde deste 22 de dezembro aos cofres da Prefeitura – totalizando R$ 846.042,23 (oitocentos e quarenta e seis mil, quarenta e dois reais e vinte e três centavos) referente ao duodécimo, após devoluções graduais realizadas ao longo do ano, bimestre a bimestre, sendo a última devolução feita no final de dezembro.
Durante o ano, o Legislativo botucatuense já havia realizado outras seis devoluções ao Poder Executivo. Além disso, foram acrescidos rendimentos financeiros de R$ 177.631,85 (cento e setenta e sete mil, seiscentos e trinta e um reais e oitenta e cinco centavos), provenientes da aplicação dos recursos durante o exercício.
No total, portanto, o saldo devolvido à Prefeitura somou R$ 1.023.674,08 (um milhão, vinte e três mil, seiscentos e setenta e quatro reais e oito centavos), resultado de economia em processos de compra, rendimentos financeiros dos recursos aplicados e desoneração da folha.
A devolução foi feita em mãos pelo presidente da Câmara, Cula (MDB), na própria Prefeitura, ao prefeito Fábio Leite. Em janeiro de 2026, a presidência da Câmara participará de uma reunião com a Prefeitura para decidir onde os recursos devolvidos serão aplicados, garantindo que o dinheiro seja utilizado em benefício da população.
Por que isso acontece?
O saldo dos recursos repassados pela Prefeitura é obrigatoriamente devolvido pelo Poder Legislativo. Segundo a Lei Orgânica do Município, a devolução deve ocorrer dentro do mês de dezembro. No entanto, em 2025, a devolução foi feita de forma gradual, bimestre a bimestre, incluindo antecipações, conforme recomendação do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo. Essa prática permite que o Poder Executivo disponha de tempo hábil para aplicar os valores em benefício do interesse público.
As razões para essa “economia” são: efetivos processos de compra, desoneração da folha de pagamento (redução de encargos sobre os custos com pessoal nos órgãos públicos) e diminuição dos custos com pessoal.
Notícias Relacionadas
Abelardo cobra solução para vazamento da Sabesp na Avenida Júlio Vaz de Carvalho
21 de julho de 2011
Professor Nenê discute aluguel de prédios, pavimentação asfáltica e melhorias em praça
21 de julho de 2011